Painel de Administração
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Terça, 18 Agosto 2009 18:48

Filha de pais belgas, Mily Possoz nasce em Lisboa a 4 de Dezembro de 1888. Após estudos de pintura com Emília Santos Braga e com o aguarelista espanhol Enrique Casanova, em 1905 parte para Paris, onde estuda na Académie de La Grande Chaumière. Finda esta primeira estada parisiense, viaja pela França, Bélgica, Alemanha e Holanda, desenvolvendo estudos de gravura, nomeadamente em Bruxelas e Düsseldorf. De regresso a Portugal, em 1909 começa a integrar as exposições colectivas dos modernistas e a organizar exposições individuais do seu trabalho.
Segunda, 10 Agosto 2009 20:41
A Rádio Ocidente está de regresso, agora via internet, no endereço www.radioocidente.pt
Felicidades e condições para vingar, é o nosso desejo.
Domingo, 09 Agosto 2009 18:13

Comemora ao longo deste ano o Jornal de Sintra 75 anos. Desde aquele dia de 1934 em que António Medina Júnior e mais alguns entusiastas se lançaram nesse projecto que Sintra e tudo o que aqui sucedeu está indelevelmente associado ao Jornal de Sintra. Passou o Estado Novo e a Sintra vinícola e frutícola. Passaram os relatos de veraneantes a banhos de boas famílias nos anos 40 a 60.Passou a memória historiográfica de José Alfredo, Maria Almira,e dum periódico vivo e interveniente, sentinela da Estefânea dos grandes e pequenos momentos duma Sintra bucólica e eterna.
Sábado, 08 Agosto 2009 18:24

Sendo Portugal membro da União Europeia há 23 anos, e sendo a legislação aqui produzida originada em 70% do Direito Comunitário, falemos um pouco do quadro legal e político da cultura nesse âmbito.
O sector da cultura desempenha um papel essencial, dadas as suas numerosas implicações sociais, económicas e políticas, sendo que a a Comissão Europeia propôs uma nova agenda para a cultura em redor de um número restrito de objectivos e sugeriu novos mecanismos de cooperação com e entre os Estados-Membros, os outros níveis de governação e a sociedade civil.
Sexta, 07 Agosto 2009 13:32
Verificando-se que editoras nacionais estão a proceder à desactivação comercial dos livros não esgotados mediante a sua destruição, e que esta hipótese é igualmente contemplada pela editora do Estado , a Imprensa Nacional - Casa da Moeda, o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO considera isto um escandaloso crime de lesa-património, que vai fazer desaparecer muitos milhares de volumes preciosos da nossa cultura que, apesar do seu valor, não tiveram sucesso comercial junto do grande público e apela a todos os cidadãos que assinem uma petição, exigindo que as editoras nacionais, e em particular a Imprensa Nacional - Casa da Moeda, não destruam as obras em questão, oferecendo-as antes às bibliotecas, escolas e centros culturais nacionais, aos leitorados de Português e departamentos onde se estude a Língua e a Cultura Portuguesas nas universidades estrangeiras, bem como às universidades e centros culturais dos países lusófonos. Para tanto, os Ministérios da Cultura, da Educação e dos Negócios Estrangeiros (este através do Instituto Camões), bem como a TAP AIR Portugal, devem-se articular com as Editoras na estratégia da distribuição e transporte dos livros a nível nacional e internacional.
Neste momento a petição passa já os 3600 subscritores, e com 4000 poderá ser discutida no plenário da Assembleia da República.
A petição poderá ser subscrita aqui.